Quando surgiram os primeiros rumores de uma pandemia, mal podíamos acreditar. Era como se estivéssemos vivendo cenas de um filme de ficção, onde o mundo de repente mergulhava em caos. Mas então, a pandemia nos atingiu de verdade. Ficamos atordoados, paralisados pelo medo do desconhecido. De um dia para o outro, tudo que considerávamos certo e seguro desmoronou. O mundo, que sempre corria, simplesmente parou. As ruas vazias. As escolas fechadas. Todos em casa, tentando lidar com um novo tipo de silêncio — o silêncio das ruas e o barulho interno de medos, incertezas e reencontros. Pais e filhos que mal se conheciam, agora dividindo o mesmo espaço, dia após dia. Famílias inteiras forçadas a encarar um novo ritmo, e nesse confinamento inesperado, muitos redescobriram algo esquecido: o valor de estarem juntos. Sim, houve dor. Houve perda. Mas no meio desse caos, sonhos foram resgatados, metas de vida repensadas, e ideais outrora adormecidos ganharam nova vida. Ricelly, com uma criativi...
Mãe e esposa (imperfeita mas Filha de um Deus Eterno e infalível, que é minha referência) em tempo integral que ama estar nessa missão, apaixonada por livros, filmes e cozinha. Claro, Ricelly! Aqui está uma versão mais poética, intimista e centrada no seu testemunho de fé — um texto que soa como um sopro da alma: Quem sou eu?