Cantar, cantar e cantar: essa é a vida da arara que mora nos galhos altos. Mas a sua cantoria ininterrupta começa a perturbar os vizinhos ― todos os outros bichos da vizinhança. O som ressoa, atrapalha o descanso e provoca olhares irritados e curiosos. Através da insistência do canto, a rotina dos demais animais se transforma e questiona-se o valor da convivência. A história leva o leitor a refletir sobre som, silêncio e respeito mútuo. Com leveza e humor, o livro revela como a liberdade de um pode afetar a vida de muitos.
Mãe e esposa (imperfeita mas Filha de um Deus Eterno e infalível, que é minha referência) em tempo integral que ama estar nessa missão, apaixonada por livros, filmes e cozinha. Claro, Ricelly! Aqui está uma versão mais poética, intimista e centrada no seu testemunho de fé — um texto que soa como um sopro da alma: Quem sou eu?
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